Desde a chegada dos portugueses no Brasil, em 1500, podemos perceber que o Estado nunca foi o maior interessado na defesa do meio ambiente.
As três primeiras décadas foram marcadas pela exploração do pau-brasil, produto altamente lucrativo na Europa, principalmente no mercado de tecido.A seguir, a produção de açucar e expansão da pecuária acentuam a devastação.
Mas nossa atitude apenas regride com relação ao meio ambiente. Um quarto do desmatamento total da Amazônia (isso mesmo, 25%!), por exemplo, aconteceu no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso; Mais de 157 mil km2 de floresta foram destruídos nesse período.
As três primeiras décadas foram marcadas pela exploração do pau-brasil, produto altamente lucrativo na Europa, principalmente no mercado de tecido.A seguir, a produção de açucar e expansão da pecuária acentuam a devastação.
Mas nossa atitude apenas regride com relação ao meio ambiente. Um quarto do desmatamento total da Amazônia (isso mesmo, 25%!), por exemplo, aconteceu no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso; Mais de 157 mil km2 de floresta foram destruídos nesse período.
É descaradamente perceptível a presença de algo muito superior à essa questão: a ganância. Infelizmente, o dinheiro está muito acima das boas intenções de preservação e cuidados com nossa fauna e flora; o homem não desconhece a importância destas mas despreza-as quando o assunto é consumismo. O lucro torna-se mais importante, inclusive, mais que o próprio homem e sua sobrevivência.
Fontes:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/
http://www.ibama.gov.br
Fontes:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/
http://www.ibama.gov.br
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