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| Escavações arqueológicas no México revelam ossadas e objetos cotidianos de casta de influentes mercadores da época dos Astecas |
por Marco Antonio Barbosa
Instrumentos musicais, potes de cerâmica, queimadores de incenso... e os restos mortais de 15 pessoas (e um cachorro), tudo possivelmente datado do século XIII. Foram essas as descobertas de uma escavação arqueológica realizada num canteiro de obras nos subúrbios da Cidade do México.
Acredita-se que os esqueletos e os objetos, revelados por pesquisadores do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (Inah), sejam resquícios do povo Pochteca, casta de mercadores da era asteca que foram muito influente entre 1200 e 1300. Por suas habilidades mercantis, os pochtecas detinham um elevado status social.
A maioria dos restos mortais, datados de pelo menos 700 anos, pertencia a crianças – o cachorro provavelmente foi sacrificado para acompanhar seu jovem dono no túmulo. Alejandra Jasso Peña, pesquisadora do Inah, declarou que o local da escavação, que estava sendo preparado para receber um condomínio de cinco prédios, pode ter sido sede de um importante centro cerimonial da nação Tepanec, que ocupou o atual território do México entre os séculos 12 e 15.
As pesquisas arqueológicas do Inah no local da escavação vão prosseguir pelos próximos meses.
Marco Antonio Barbosa é jornalista especializado em cultura e entretenimento
Fonte: Revista História Viva

Nossa,que iria imaginar tudo isso nos subúrbios da Cidade do México.Valor inestimavel!!
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